NIN – With Teeth

setembro 13, 2008 by The Man  
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Em hiatus desde The Fragile (lançou apenas um álbum ao vivo posteriormente, And All That Could Have Been, de 2002), afundado no álcool e nas  drogas, Trent Reznor deu lugar a um grande número de imitadores. Lançado em 2005, With Teeth marca o seu retorno. Ainda que com algum ressentimento pelo seu declínio comercial (notável na faixa All the Love in the World), ele apresenta um belo trabalho. Foca-se mais em canções no sentido clássico do que nas chamadas soundscapes. Embora, para alguns, isso pareça mais uma jogada comercial, funciona. Com a participação de Dave Grohl na bateria, Reznor oferece um retorno equilibrado. Como sabe dosar industrial e pop, também neste álbum ele dosa potencial para tocar nas rádios com as texturas que são sua marca registrada. O seu principal single foi The Hand That Feeds.

NIN – The Downward Spiral

setembro 12, 2008 by The Man  
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É o segundo álbum completo do Nine Inch Nails (depois do EP Broken, de 1992) e o primeiro a ser lançado pelo selo independente Nothing Records. Embora ligado à gravadora Interscope, o selo próprio deu a Reznor maior liberdade. O resultado foi um disco que, bem ou mal, é o que pode se chamar de surto criativo. Repleto de hits como “March of the Pigs”, “Closer” e “Hurt” (que mais tarde ganharia uma versão de Johnny Cash), é um momento de inspiração. Consolida o estilo que seria tão copiado mais tarde, com a presença marcante do que lá fora costuma se chamar de soundscape – ou imagens sonoras, com texturas de todo tipo. Menos focado nas letras que o primeiro álbum, mas musicalmente perfeito, o álbum é um registro do ápice do frontman como compositor. Só encontra equiparação em The Fragile (1999), seu sucessor. Fernanda Botta

NIN – Prettu Hate Machine

setembro 11, 2008 by The Man  
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O Nine Inch Nails – ou melhor, o homem por trás dele, Trent Reznor – foi, em grande parte, responsável pela popularização do gênero industrial. Com instinto pop e letras afiadas, levou às massas um estilo que se propõe a ser essencialmente mecânico. Pretty Hate Machine (1989), o primeiro álbum, marca o início da trajetória. Embora tenha sido praticamente ignorado em seu lançamento, não tardou a conquistar público e crítica. A persona e a voz de Reznor, que gritava sua auto-obsessão e desilusão, logo encontraram eco nos adolescentes. O som frenético dos sintetizadores e das guitarras distorcidas atraiu fãs do rock alternativo, acometidos pelo tédio do hard rock e do grunge. Os principais singles foram “Down in It”, “Head Like a Hole” e “Sin”. “Terrible Lie” e “Something I Can Never Have” também chegaram às rádios. As faixas, na sua maioria, pertenciam a fita demo Purest Feeling. Fernanda Botta

Ramones – Pleasant Dreams

agosto 20, 2008 by fernandacorrea  
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No começo dos anos 80, a banda sofria a maior crise de sua carreira: Tommy, líder musical e profissional, abandonara a barca; Johnny e Joey não se falavam mais; Dee Dee estava no auge de seus problemas com drogas, e Marky, com a bebida. E a banda começava a se sentir frustrada por ainda não conseguir emplacar hits nas rádios. Mesmo com o mundo caindo, eles conseguem entrar em estúdio e gravar este que é talvez o mais bonito – e injustiçado – de seus álbuns. Quase todas as composições são de Joey. No auge da depressão, mas também da criatividade, compôs clássicos como “We Want The Airwaves” e “The KKK Took My Baby Away” – ambas autobiográficas. Porém, novamente o disco não alcançou boas colocações nas paradas, e os próprios Ramones praticamente não executaram seus temas ao vivo no decorrer da carreira.

>> Por Pacote

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