_pra ler ouvindo:
Fundador do Libertines e do Babyshambles, o inglês Pete Doherty é músico, poeta, artista e junkie assumido. Já foi preso algumas vezes e, provavelmente, já promoveu mais escândalos do que shows.
A história
Dizem que Pete Doherty foi uma criança inteligente, que curtia – mesmo – estudar. Chegou a cursar a faculdade de Literatura Inglesa, o que acabou não levando adiante. Nessa época, ele morava em Londres com o recém conhecido Carl Barât. Soa familiar?
A carreira
Carl Barât e Pete logo sentiram uma certa conexão artística. Chamaram John Hassall pra tocar baixo, Gary Powell pra assumir a bateria e pronto: ali estava o The Libertines. Em 2002, eles lançaram o seu debut, Up the Bracket, que chegou a ser eleito pela revista NME como o segundo melhor álbum dos anos 2000.
A banda continou gravando singles. Pete, a essa altura, já estava alucinado, mergulhado nas drogas, arrumando seguidos problemas nas gravações e nos shows da banda. Também fez alguns trabalhos solos e encabeçou um projeto paralelo, o Babyshambles.
Após o lançamento de The Libertines, em 2004, Carl Barât e seus parceiros de banda disseram que Pete só poderia voltar a gravar depois que largasse os vícios. Por enquanto nenhuma das coisas aconteceu.
Conquistas
O cara namorou ninguém menos que a modelo Kate Moss. Diz ele que, depois da separação, “ela me ligava bêbada [...] ela me odeia. Eu tinha um ursinho panda de pelúcia que levava para todo canto comigo e ela queimou.” Que fofo. Um ursinho, Pete?
Doherty também já atacou de artista plástico, fazendo pinturas com seu próprio sangue. Quem entrou nessa loucura com ele foi outra junkie da música: Amy Winehouse. Um quadro feito com o sangue dos dois foi vendido por £35,000 no Reino Unido.
A explicação
Tanto o cara fazia que, um dia, após a estreia do filme Confession of a Child of the Century, no qual atuou, Pete dormiu no corredor de um hotel chinfrin, porque não conseguia encontrar o seu hotel. Acabou ficando onde o taxista o deixou.
Não bastasse, Doherty é tão má influência que chegou a ser expulso de uma clínica de reabilitação na Tailândia. Ele, que já passou por diversas tentativas frustradas de se reabilitar, teve que deixar a tal clínica por “comportamento turbulento”.
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