
Como toda coleção, as discotecas costumam começar pequenas e, quando nos damos conta, temos mais discos de vinil do que conseguimos lembrar. Uma sugestão para não se perder em meio a tantos itens é organizar a discoteca. Não sabe por onde começar? Não se preocupe, nós te ajudamos.
O clássico que não falha
Organizar os discos é mais simples do que parece e pode ser feito de diversas maneiras. O jeito mais intuitivo é seguir a ordem alfabética, partindo do nome ou sobrenome dos artistas e, a partir disso, organizar os discos dos mesmos cantores ou bandas pela ordem cronológica.
Há ainda quem sugira encapar os discos com a numeração correspondente daquela obra na discografia do artista, o que pode ser uma boa sugestão se você for ainda mais metódico.
Também pode ser uma mão na roda a separação por estilo musical (samba, MPB, jazz, rock e assim por diante), especialmente quando queremos escutar um som específico.
Planilha
Seja você adepto do Excel ou do Google Sheets, a boa e velha planilha ainda pode ser útil para quem quer registrar sua coleção e ainda facilitar na hora de encontrar o disco que quer ouvir. Além das informações básicas como título e artista, é possível acrescentar preço pago, condição do disco e da capa, localização na estante, data da compra e até uma wishlist. A grande vantagem é poder filtrar e ordenar a coleção como quiser.
Catalogação pelo app
Se, por um lado, a organização das prateleiras pode parecer um trabalho árduo, catalogar os discos ficou mais tranquilo com o auxílio de aplicativos. O mais clássico é o Discogs que, além de ser uma plataforma de revenda, possui uma ferramenta para catalogação da coleção e cálculo dos preços de acordo com o estado do disco e da capa.
Outra opção é o CLZ Music, que agiliza o processo de catalogação ao preencher diversas informações sobre o disco a partir da leitura do código de barras. Mas, para isso é preciso fazer uma assinatura que pode variar entre US$ 1,99 e US$ 3,95, algo em torno de R$ 9,90 e 19,69, na cotação atual.






