
[caption id="attachment_54566" align="aligncenter" width="500" caption="A groupie Sable Starr e seu chapelão"]
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_Por Crib Tanaka
“E logo a vi na esquina, parada, usando um chapéu”. Quando você lê isso, a narrativa automaticamente ganha ares de sedução. Uma pessoa com um chapéu parece saída de outro tempo, parece ganhar outro rumo, pode fazer a percepção dos frames mudar. Sim, um chapéu desperta curiosidade, prende o olhar.
Nos palcos, eles são recursos de styling poderosos e roubam a cena, jogando os holofotes onde eles devem brilhar.
[caption id="attachment_54567" align="aligncenter" width="500" caption="Madonna e sua cartola mágica."]
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[caption id="attachment_54568" align="aligncenter" width="500" caption="Michael e o “chapéu de Billie Jean” que foi leiloado por cerca de U$23mil"]
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Em portraits e fotos, eles contam mais sobre a personalidade de artistas, ao mesmo tempo em que guardam certo mistério.
[caption id="attachment_54569" align="aligncenter" width="500" caption="Patti Smith, em 1978."]
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[caption id="attachment_54570" align="aligncenter" width="500" caption="Janis Joplin."]
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[caption id="attachment_54571" align="aligncenter" width="500" caption="Bob Dylan já usava na década de 60..."]
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[caption id="attachment_54572" align="aligncenter" width="500" caption="... e continua usando até hoje."]
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[caption id="attachment_54573" align="aligncenter" width="500" caption="Mick Jagger."]
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Eles sempre estão presentes em editorais, seja representando décadas passadas ou complementando looks atuais. Mas, é fato: a sensação de túnel do tempo faz parte das abas.
[caption id="attachment_54574" align="aligncenter" width="500" caption="Georgia May, filha de Mick Jagger, em editorial de 2010 – com super ares retrô – da Vogue inglesa."]
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[caption id="attachment_54575" align="aligncenter" width="500" caption="Campanha Prada 2011."]
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[caption id="attachment_54576" align="aligncenter" width="500" caption="Editorial de 2011 da Vogue America, com chapéus de Marc Jacobs."]
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Algumas marcas hoje são dedicadas exclusivamente a acessórios de cabeça, como a Maison Michel que, além de chapéus, faz casquetes e tiaras. A maioria dos catálogos da marca foi fotografada por ninguém mais ninguém menos que Karl Lagerfeld. Em 2009, um dos clicados foi Sean Lennon.
[caption id="attachment_54585" align="aligncenter" width="500" caption="Sean Lennon & Charlotte Kemp Muhl"]
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Aqui no Brasil, o acessório é aposta para o verão. O modelo floppy tem abas largas e ares elegantes, por isso combina mais com vestidos e saias. O fedora é mais despojado e pode ser usado de várias maneiras: com vestidos ou simplesmente com jeans e camiseta. O clochê é o típico modelo dos anos 20 e combina com visual retrô, peças cinturadas e coletes.
[caption id="attachment_54577" align="aligncenter" width="500" caption="O charmoso floppy."]
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[caption id="attachment_54578" align="aligncenter" width="500" caption="O ultra-feminino fedora."]
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[caption id="attachment_54579" align="aligncenter" width="499" caption="O versátil clochê."]
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Sim, vale, vale tudo. Só não pode ter medo de chamar a atenção...
@Crib Tanaka é carioca-sansei, jornalista e trabalha com marketing. Acredita cada vez mais no ditado que diz “temos dois ouvidos, dois olhos e uma boca para vermos e ouvirmos duas vezes mais do que falamos.”
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_Por Crib Tanaka
“E logo a vi na esquina, parada, usando um chapéu”. Quando você lê isso, a narrativa automaticamente ganha ares de sedução. Uma pessoa com um chapéu parece saída de outro tempo, parece ganhar outro rumo, pode fazer a percepção dos frames mudar. Sim, um chapéu desperta curiosidade, prende o olhar.
Nos palcos, eles são recursos de styling poderosos e roubam a cena, jogando os holofotes onde eles devem brilhar.
[caption id="attachment_54567" align="aligncenter" width="500" caption="Madonna e sua cartola mágica."]
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[caption id="attachment_54568" align="aligncenter" width="500" caption="Michael e o “chapéu de Billie Jean” que foi leiloado por cerca de U$23mil"]
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Em portraits e fotos, eles contam mais sobre a personalidade de artistas, ao mesmo tempo em que guardam certo mistério.
[caption id="attachment_54569" align="aligncenter" width="500" caption="Patti Smith, em 1978."]
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[caption id="attachment_54570" align="aligncenter" width="500" caption="Janis Joplin."]
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[caption id="attachment_54571" align="aligncenter" width="500" caption="Bob Dylan já usava na década de 60..."]
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[caption id="attachment_54572" align="aligncenter" width="500" caption="... e continua usando até hoje."]
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[caption id="attachment_54573" align="aligncenter" width="500" caption="Mick Jagger."]
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Eles sempre estão presentes em editorais, seja representando décadas passadas ou complementando looks atuais. Mas, é fato: a sensação de túnel do tempo faz parte das abas.
[caption id="attachment_54574" align="aligncenter" width="500" caption="Georgia May, filha de Mick Jagger, em editorial de 2010 – com super ares retrô – da Vogue inglesa."]
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[caption id="attachment_54575" align="aligncenter" width="500" caption="Campanha Prada 2011."]
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[caption id="attachment_54576" align="aligncenter" width="500" caption="Editorial de 2011 da Vogue America, com chapéus de Marc Jacobs."]
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Algumas marcas hoje são dedicadas exclusivamente a acessórios de cabeça, como a Maison Michel que, além de chapéus, faz casquetes e tiaras. A maioria dos catálogos da marca foi fotografada por ninguém mais ninguém menos que Karl Lagerfeld. Em 2009, um dos clicados foi Sean Lennon.
[caption id="attachment_54585" align="aligncenter" width="500" caption="Sean Lennon & Charlotte Kemp Muhl"]
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Aqui no Brasil, o acessório é aposta para o verão. O modelo floppy tem abas largas e ares elegantes, por isso combina mais com vestidos e saias. O fedora é mais despojado e pode ser usado de várias maneiras: com vestidos ou simplesmente com jeans e camiseta. O clochê é o típico modelo dos anos 20 e combina com visual retrô, peças cinturadas e coletes.
[caption id="attachment_54577" align="aligncenter" width="500" caption="O charmoso floppy."]
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[caption id="attachment_54578" align="aligncenter" width="500" caption="O ultra-feminino fedora."]
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[caption id="attachment_54579" align="aligncenter" width="499" caption="O versátil clochê."]
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Sim, vale, vale tudo. Só não pode ter medo de chamar a atenção...
@Crib Tanaka é carioca-sansei, jornalista e trabalha com marketing. Acredita cada vez mais no ditado que diz “temos dois ouvidos, dois olhos e uma boca para vermos e ouvirmos duas vezes mais do que falamos.”













